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Os tesouros da Igreja

Francisco: “o grito dos pobres se torna mais forte a cada dia. E a cada dia é menos ouvido, porque abafado pelo barulho de poucos ricos que são sempre menos e sempre mais ricos”.

Silvonei José – Cidade do Vaticano

Celebra-se neste domingo, 17 de novembro (XXXIII do Tempo Comum) o terceiro Dia Mundial dos Pobres, que o Papa Francisco dedicou ao tema "A esperança dos pobres jamais se frustrará".

O Santo Padre a partir da Oração do Salmo 9, mostra-nos em uma mensagem o caminho do nosso compromisso como sinal concreto na realização da Esperança Cristã. Os instrumentos da Esperança são colocados principalmente na consolação que exprime a proximidade de toda a pessoa a quem se encontra em situação de pobreza.

A Mensagem, difundida no dia 13 de junho passado, desenvolve-se em duas coordenadas principais: a descrição das novas formas de pobreza que estão diante dos nossos olhos todos os dias, e a ação concreta daqueles que podem oferecer esperança através do seu testemunho.

O Dia Mundial dos Pobres, instituído por Francisco, é fruto do Jubileu Extraordinário da Misericórdia e se realiza no domingo anterior ao da Solenidade de Cristo Rei. Em sua mensagem para a edição deste ano, Francisco faz uma comparação entre a situação do pobre no tempo do salmista e a situação atual e constata que pouco mudou. “Passam os séculos, mas permanece imutável a condição de ricos e pobres, como se a experiência da história não ensinasse nada. Assim, as palavras do salmo não dizem respeito ao passado, mas ao nosso presente submetido ao juízo de Deus”.

Francisco cita as “muitas formas de novas escravidões”, como famílias obrigadas a deixar a sua terra; órfãos que perderam os pais; jovens em busca duma realização profissional; vítimas de tantas formas de violência, da prostituição à droga; sem esquecer os milhões de migrantes instrumentalizados para uso político.

O Papa fala também das periferias de nossas cidades, repletas de pessoas que vagueiam pelas ruas, em busca de alimento. “Tendo-se tornado eles próprios parte duma lixeira humana, são tratados como lixo, sem que isto provoque qualquer sentido de culpa em quantos são cúmplices deste escândalo.”

Não obstante a descrição de injustiça e sofrimento no salmo, há uma definição do pobre: é aquele que «confia no Senhor» (cf. 9, 11), pois tem a certeza de que nunca será abandonado.

“Na Escritura, o pobre é o homem da confiança!”, escreve o Pontífice.

“É precisamente esta confiança no Senhor, esta certeza de não ser abandonado, que convida o pobre à esperança. Sabe que Deus não o pode abandonar.”

Por ocasião deste Dia Mundial, Francisco não pede somente iniciativas de assistência, mas faz votos de que aumente em cada um aquela atenção plena, que é devida a toda a pessoa que se encontra em dificuldade.

Em sua mensagem, o Pontífice não deixa de enaltecer ainda o trabalho de inúmeros voluntários pelo mundo, mas recorda que os pobres não precisam somente de uma “sopa quente ou de um sanduíche”. Precisam das nossas mãos para se reerguer, dos nossos corações para sentir de novo o calor do afeto, da nossa presença para superar a solidão. “Precisam simplesmente de amor...”

Numa mensagem enviada nesta sexta-feira aos peregrinos da associação "Fratello" reunidos no Santuário de Lourdes, na França, por ocasião do Terceiro Dia Mundial dos Pobres, Francisco diz que precisa deles, de cada um de deles. “Vocês que estão aos pés da cruz, talvez sozinhos, isolados, abandonados, sem abrigo, forçados a abandonar a sua família ou o seu país, vítimas do álcool, da prostituição, da doença. Estejam cientes de que Deus ama vocês. Deus escuta em particular a oração de vocês. O mundo sofre e sua oração comove o Senhor.

Numa ação concreta nesta semana de preparação para o Dia Mundial do Pobre, como já ocorreu no ano passado, voltou à Praça São Pedro o Posto de Saúde para atender os pobres e necessitados. Foram disponibilizadas consultas médicas com especialistas, cuidados especiais, análises clínicas e outros exames específicos. Tudo completamente gratuito e oferecido a pessoas que normalmente tem dificuldade de acesso a este tipo de serviço. O Posto fica aberto até este domingo 17, quando o Papa celebra a Santa Missa na Basílica vaticana.

Na homilia da Santa Missa do ano passado, Francisco lembrou que “o grito dos pobres se torna mais forte a cada dia. E a cada dia é menos ouvido, porque abafado pelo barulho de poucos ricos que são sempre menos e sempre mais ricos”.

Vocês que são pequenos, pobres, frágeis, - disse ainda Francisco na sua mensagem aos peregrinos reunidos em Lourdes - são o tesouro da Igreja. Vocês estão no coração do Papa, no coração de Maria, no coração de Deus. O amor salva o mundo e Deus quer passar através de nós para salvar o mundo. Digam ao mundo qual é o tesouro de vocês: "Jesus". “O Papa ama vocês e confia em vocês”.

https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2019-11/os-tesouros-da-igreja.html

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Jubileu de Prata

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7 conselhos que te ajudarão a aperfeiçoar a oração do Terço

Outubro é o mês dedicado ao Terço e muitos católicos redescobrem na oração predileta da Virgem Maria sua força espiritual.

Para seguir aperfeiçoando o hábito desta oração, apresentamos sete conselhos práticos tirados do livro “O Rosário: Teologia de joelhos”, do sacerdote, escritor e funcionário da Secretaria de Estado do Vaticano, Mons. Florian Kolfhaus:

1. Dedicar tempo

Nossos calendários estão cheios de compromissos. Entretanto, é bom reservar de 20 a 30 minutos por dia para a oração do Santo Terço. Este encontro com Jesus e Maria é muito mais importante que as demais atividades agendadas.

Este tempo de oração é reservado para nós mesmos, porque é um tempo no qual devemos nos dedicar somente para amar.

É possível reservar dois ou três dias da semana para a oração do Terço e, desta forma, será cada vez mais fácil fazer esta oração, até finalmente poder rezá-la todos os dias.

2. Saber que reza para alguém

Uma boa oração está baseada em orientar completamente à vontade a agradar o nosso querido amigo, Cristo, e não a nós mesmos.

3. Fazer pausas

Santo Ignácio de Loyola recomenda a chamada “terceira forma de rezar” para adaptar as palavras ao ritmo da própria respiração.

Normalmente, é suficiente interromper um mistério do Terço para voltar a ser consciente de que Jesus e Maria nos olham cheios de alegria e amor. Para isto, pode ser útil respirar duas ou três vezes, antes de voltar a retomar a oração.

4. Dirigir os pensamentos

Pode-se e deve-se “desviar” os pensamentos para encontrar o mistério que devemos visualizar na nossa mente antes de cada dezena do terço.

É pouco provável que a repetição seja útil se não for encaminhada várias vezes para o essencial, que é a vida de Jesus e de Maria.

5. Fazer da oração um momento para compartilhar com Cristo

Um dos primeiros e mais importantes passos para a oração interior é não só nos dedicarmos a pensar e a meditar, mas olhar paa aquele a quem está dirigida a nossa prece.

Saber que, aquele a quem nos dirigimos nos ama infinitamente e despertará em nós diversos e espontâneos sentimentos, assim como quando desfrutamos e nos alegramos com uma pessoa que gostamos muito.

6. Fechar os olhos ou simplesmente fixá-los em um só lugar

Algumas pessoas fecham os olhos a fim de se concentrar e rezar melhor. Isso pode ser uma ajuda, mas normalmente é suficiente fixar o olhar em um só lugar e evitar olhar ao redor. De qualquer maneira, é importante que os olhos do coração estejam sempre abertos.

O Terço é como uma visita ao cinema. Trata-se de ver imagens. Algumas perguntas básicas podem ser de utilidade: o que, quem, como, quando, onde? Como vejo o nascimento de Jesus, sua crucificação, sua ascensão.

Às vezes, posso – como se tivesse uma câmara – aproximar elementos ou detalhes e procurar um primeiro plano: a mão de Cristo transpassada pelos pregos, as lágrimas nos olhos do apóstolo João enquanto o Senhor subia aos céus, etc.

7. Que a intenção de rezar sempre seja o amor

As palavras acompanham, nossa mente se dispõe, mas o nosso coração deve dominar a oração.

Todos os grandes escritores espirituais concordam que a oração interior atinge principalmente nossos sentimentos e emoções.

Santa Teresa D’Ávila explica de maneira simples: “Não pense muito, ame muito!”. Em uma ocasião, uma senhora me contou que não conseguia pensar em rezar o Terço todos os dias, mas a única coisa que conseguia dizer interiormente era: ‘Jesus, Maria, eu os amo!’. Parabenizo a esta mulher, pois a tal resultado a oração do Terço nos deve levar.

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Papa Francisco almoça com os pobres

As comemorações do 3º Dia Mundial dos Pobres iniciou neste domingo (17) com a Santa Missa na Basílica Vaticana presidida pelo Santo Padre que contava com a presença de muitos deles.

Na homilia, o Papa recordou que os pobres facilitam o nosso acesso ao Céu”, e que devemos estar ao lado deles para aprender pois “são preciosos aos olhos de Deus, porque não falam a linguagem do eu”.

Depois da Missa o Papa rezou o Angelus com os fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro, em um domingo com muita chuva, e depois do Angelus o Papa Francisco recordou:

“ Hoje celebramos o Dia Mundial dos Pobres, que tem como tema as palavras do salmo ‘A esperança dos pobres jamais se frustrará’ (Sal 9, 19) ”

Em seguida fez os agradecimentos:

A minha gratidão vai para todos aqueles que, nas dioceses e paróquias de todo o mundo, promoveram iniciativas de solidariedade para dar esperança concreta às pessoas mais desfavorecidas. Agradeço aos médicos e enfermeiros que prestaram serviço nestes dias no Posto de Saúde aqui na Praça São Pedro.

No final, o Papa pede orações pela sua próxima viagem à Tailândia e Japão que inicia na próxima terça-feira, dia 19 até o dia 26 de novembro. 

O Papa almoçou na Sala Paulo VI com cerca de 1.500 pessoas necessitadas, para testemunhar também a "atenção que nunca deve faltar a estes nossos irmãos e irmãs”.

 Ao chegar na Sala Paulo VI o Papa saudou os presentes:

"Minhas boas-vindas a todos. Desejo que hoje o Senhor abençoe a todos nós: que Deus nos abençoe nesta reunião de amigos, neste almoço e também bênçãos às suas famílias. Que o Senhor abençoe a todos. Obrigado e bom almoço"

O almoço para os pobres foi servido por 50 voluntários e colaboradores de associações de voluntariado. O menu oferecido pelo Papa era composto por: lasanha, picadinho de frango com creme de cogumelos, batata assada, sobremesa, frutas e café. 

fonte https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2019-11/depois-angelus-dia-dos-pobres-almoco.html

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