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Papa reza pelos presos e pensa nos pobres: neles, Jesus se identifica

Na Missa desta segunda-feira, 6, Francisco voltou a dirigir seu pensamento aos presos e ao grave problema da superlotação dos cárceres, rezando a fim de que os responsáveis encontrem soluções

Papa Francisco presidiu a Missa na Capela da Casa Santa Marta, no Vaticano, na manhã desta segunda-feira, 6, da Semana Santa. Ao introduzir a celebração, rezou pelo problema da superlotação nos cárceres: “Penso num grave problema que existe em várias partes do mundo. Gostaria que, hoje, rezássemos pelo problema da superlotação nos cárceres. Onde há uma superlotação – muita gente ali – há o perigo, nesta pandemia, de que se acabe numa grave calamidade. Rezemos pelos responsáveis, por aqueles que devem tomar as decisões nisso, a fim de que encontrem um caminho justo e criativo para resolver o problema”.

Na homilia, Francisco comentou a passagem do Evangelho de João (Jo 12,1-11) em que Maria, irmã de Lázaro, ungiu os pés de Jesus com um perfume precioso, provocando as críticas de Judas: este perfume – diz aquele que estava prestes a trair o Senhor – podia ser vendido e o rendimento dado aos pobres. O evangelista observa que disse isso não porque se preocupasse com os pobres, mas porque era um ladrão, e ele tomava conta da bolsa comum e roubava o que se depositava nela, contou Francisco. Jesus lhe responde: “Deixe-a; ela fez isso em vista do dia de minha sepultura. Pobres, sempre os tereis convosco, enquanto a mim, nem sempre me tereis”, complementou o Pontífice.

O Papa falou dos pobres: “Há muitos, em grande parte estão escondidos e não os vemos, porque somos indiferentes. Muitos pobres são vítimas das políticas financeiras e da injustiça estrutural da economia mundial. Muitos pobres se envergonham por não terem meios e vão às escondidas à Caritas. Os pobres, os encontraremos nos juízo final: Jesus se identifica com eles. Seremos julgados sobre nossa relação com os pobres”. 

Íntegra da homilia

“Esta passagem se conclui com uma observação: ‘Os sumo sacerdotes decidiram matar também Lázaro, porque, por causa dele, muitos deixavam os judeus e acreditavam em Jesus’. Dias atrás, vimos os passos da tentação: a sedução inicial, a ilusão, depois cresce – segundo passo – e terceiro, cresce e se contagia e se justifica. Mas há outro passo: segue adiante, não se detém. Para eles, não era suficiente matar Jesus, mas agora também Lázaro, porque era uma testemunha de vida.

Hoje, gostaria de deter-me sobre uma palavra de Jesus. Seis dias antes da Páscoa – estamos propriamente muito perto da Paixão –, Maria faz este gesto de contemplação: Marta servia – como a outra passagem – e Maria abre a porta à contemplação. E Judas pensa no dinheiro e pensa nos pobres, mas não porque se preocupasse com os pobres, mas porque era ladrão, e ele tomava conta da bolsa comum e roubava o que se depositava nela. Essa história do administrador infiel é sempre atual, esses sempre existem, mas também em outro nível: pensemos em algumas organizações de beneficência ou humanitárias que têm muitos funcionários, muitos, que têm uma estrutura muito rica e acaba chegando aos pobres quarenta por cento, porque sessenta por cento é para pagar o salário dessas pessoas. É um modo de apropriar-se do dinheiro dos pobres. Mas a resposta é Jesus. E aqui gostaria de deter-me: “De fato, os pobres, sempre os tereis convosco”. Esta é uma verdade: “De fato, os pobres, sempre os tereis convosco”. Os pobres existem. São muitos: há o pobre que nós vemos, mas esta é a mínima parte; a grande quantidade dos pobres é aquela que não vemos: os pobres escondidos. E nós não os vemos, porque entramos nessa cultura da indiferença, que é negacionista, e negamos: “Não, não, não são muitos deles, não se veem; sim, aquele caso…”, diminuindo sempre a realidade dos pobres. Mas há muitos deles, muitos.

Ou mesmo, se não entramos nesta cultura da indiferença, há um costume de ver os pobres como decorações de uma cidade: sim, existem, como as estátuas; sim, existem, se veem; sim, aquela velhinha que pede esmola, aquele outro… Mas como (se fosse) uma coisa normal. Ter pobres é parte da decoração da cidade. Mas a grande maioria é de pobres vítimas das políticas econômicas, das política financeiras. Algumas estatísticas recentes fazem um resumo assim: há muito dinheiro nas mãos de poucos e tanta pobreza em muitos, em muitos. E essa pobreza é a pobreza de muita gente vítima da injustiça estrutural da economia mundial. E (há) muitos pobres que sentem vergonha de mostrar que não conseguem chegar ao final do mês: muitos pobres da classe média, que vão às escondidas à Caritas e de modo escondido pedem e se envergonham. Os pobres são muitos mais do que os ricos; muito, muito… E aquilo que Jesus disse é verdade: “De fato, os pobres sempre os tereis convosco”. Mas eu os vejo? Eu me dou conta desta realidade? Sobretudo da realidade escondida, aqueles que sentem vergonha de dizer que não conseguem chegar ao final do mês.

Lembro-me que, em Buenos Aires, me tinham dito que o prédio de uma fábrica abandonada, há anos vazia, estava sendo habitada por umas quinze famílias que tinham chegado naqueles últimos meses. Fui lá. Eram famílias com crianças, e cada uma tinha ocupado uma parte da fábrica abandonada para viver. E, olhando, vi que cada família tinha móveis bons, móveis da classe média, tinham a televisão, mas acabaram ali, porque não podiam pagar o aluguel. Os novos pobres que devem deixar a casa, porque não podem pagá-la, vão para lá. É aquela injustiça da organização econômica ou financeira que os leva a isso. E são muitos deles, muitos, a tal ponto que os encontraremos no juízo. A primeira pergunta que Jesus nos fará é: “Como vais com os pobres? Deste de comer? Quando estava no cárcere, o visitaste? No hospital, o visitaste? Assististe a viúva, o órfão? Porque ali era Eu quem estava”. E sobre isso seremos julgados. Não seremos julgados pelo luxo ou as viagens que fazemos ou pela ‘importância social que teremos. Seremos julgados pela nossa relação com os pobres. Mas se eu, hoje, ignoro os pobres, deixo-os de lado, creio que (eles) não existem, o Senhor me ignorará no dia do juízo. Quando Jesus diz: “Os pobres, sempre os tereis convosco”, significa: “Eu estarei sempre convosco nos pobres. Ali estarei presente”. E isso não é ser comunista, esse é o centro do Evangelho: nós seremos julgados sobre isso”.

Antífona Mariana

Antes de deixar a Capela dedicada ao Espírito Santo, foi entoada uma antiga antífona mariana Ave Regina Caelorum (“Ave Rainha dos Céus”): “Ave, Rainha do céu; ave, dos anjos Senhora; ave, raiz, ave, porta; da luz do mundo és aurora. Exulta, ó Virgem gloriosa, as outras seguem-te após; nós te saudamos: adeus! E pede a Cristo por nós!”.

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Em documento, Vaticano manifesta preocupação com os idosos

Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, em mensagem intitulada “Idosos: na solidão, o coronavírus mata mais”, pede solidariedade

O Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida divulgou uma mensagem para os idosos, nesta terça-feira, 7, intitulada “Idosos: na solidão, o coronavírus mata mais”. A mensagem alerta para o tempo difícil vivido pelos idosos frente à pandemia e convida todos à solidariedade. 

“No coração dessa tempestade inesperada e furiosa, percebemos – como o Papa Francisco nos lembrou – que estamos no mesmo barco. Dentro do barco estão também os idosos. Como todos, eles se encontram frágeis e desorientados. A eles se dirige, hoje, nosso pensamento preocupado e agradecido, para retribuir, pelo menos, um pouco daquela ternura com a qual cada um de nós foi acompanhado na sua vida, e para que o carinho materno da Igreja chegue a cada um deles”, ressalta a mensagem.

De acordo com o dicastério, a geração dos nossos idosos está pagando o preço mais alto da pandemia de Covid-19. As estatísticas dizem que, na Itália, mais de 80% das pessoas que perderam a vida tinham mais de 70 anos.

O Papa Francisco afirma que a solidão pode ser uma doença, mas com caridade, proximidade e conforto espiritual podemos curá-la. “Essas palavras ajudam a entender que, se é verdade que o coronavírus é mais letal quando encontra um corpo debilitado, em muitos casos a patologia anterior é a solidão”, lembra a mensagem.

O dicastério destaca que estamos testemunhando a morte, em proporções e modalidades terríveis, de muitas pessoas que vivem longe de suas famílias, em condições de solidão verdadeiramente debilitantes e desanimadoras. Por esse motivo, é importante que se faça todo o possível para remediar essa condição de abandono. Isso, nas circunstâncias atuais, pode significar salvar vidas.

“Atualmente, existem muitas iniciativas nesse sentido que a Igreja está adotando em favor dos idosos”, recorda o organismo vaticano. “A incapacidade de continuar fazendo visitas domiciliares levou a encontrar formas novas e criativas de presença. Ligações, mensagens de vídeo ou de voz ou, mais tradicionalmente, cartas endereçadas a quem está sozinho. Muitas paróquias estão se empenhando na entrega de alimentos e remédios a quem é forçado a não sair de casa. Em quase todos os lugares, os padres continuam visitando as casas para distribuir os sacramentos. Muitos voluntários, especialmente jovens, estão trabalhando generosamente para não interromper – ou para começar a tecer – redes fundamentais de solidariedade”.

Dedicar-se aos idosos

O documento destaca que a gravidade do momento exige que se intensifique as obras de auxílio aos idosos, quer individuais, quer como Igrejas locais. Diante do cenário de uma geração atingida tão severamente, temos uma responsabilidade comum – enfatiza a mensagem – que decorre da consciência do valor inestimável de toda vida humana e da gratidão a nossos pais e avós.

“Devemos dedicar novas energias para defendê-los desta tempestade, assim como cada um de nós foi protegido e cuidado nas pequenas e grandes tempestades de nossas vidas. Não deixemos os idosos sozinhos, porque, na solidão, o coronavírus mata mais.”

Segundo o dicastério, aqueles que vivem em estruturas residenciais merecem uma atenção especial. A concentração no mesmo local de tantas pessoas frágeis e a dificuldade de encontrar os dispositivos de proteção criaram situações muito difíceis de administrar, apesar da abnegação e, em alguns casos, o sacrifício da equipe dedicada à assistência”, ressalta o organismo vaticano.

O documento, porém, lembra que a crise atual é resultado de um abandono assistencial e terapêutico que vem de longe.“Apesar da complexidade da situação em que vivemos, é necessário esclarecer que salvar a vida de idosos que vivem em estruturas residenciais ou que estão sozinhos ou doentes é uma prioridade tanto quanto salvar qualquer outra pessoa.”

Nos países onde a pandemia ainda tem dimensões limitadas, ainda é possível tomar medidas preventivas para protegê-los; naqueles em que a situação é mais dramática, é necessário mobilizar-se para encontrar soluções de emergência. Tudo isso afeta o futuro de nossas comunidades eclesiais e de nossas sociedades, porque, como o Papa Francisco disse recentemente, “os idosos são o presente e o amanhã da Igreja”.

Rezar pelos avós e idosos do mundo

O Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida recorda que, “no sofrimento desses dias, somos chamados a entrever o futuro. No amor de tantos filhos e netos, e no cuidado dos assistentes e voluntários, revive-se a compaixão das mulheres que vão ao túmulo para cuidar do corpo de Jesus. Como elas, temos medo e, como elas, sabemos que não podemos fazer outra coisa que – mantendo a distância – viver a compaixão que Ele nos ensinou. Como elas, logo entenderemos que era necessário permanecermos próximos, mesmo quando parecia perigoso ou inútil, certos das palavras do anjo, que nos convida a não ter medo”.

“Unamo-nos, então, em oração, pelos avós e idosos de todo o mundo. Reunamo-nos ao seu redor, com o pensamento e o coração e, ali onde for possível, com a ação, para que não se sintam sozinhos”, conclui a mensagem do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida.

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Papa reza pelos inocentes que sofrem sentenças injustas

Na Missa desta terça-feira, 7, Francisco recordou a perseguição que Jesus sofreu e rezou pelas pessoas que sofrem sentenças injustas

O Papa Francisco presidiu a Missa na Casa Santa Marta, no Vaticano, na manhã desta terça-feira, 7, da Semana Santa. A Antífona de entrada da celebração do dia, que o Pontífice lê no início da celebração, é extraída do Salmo 26: “Não me deixeis, Senhor à mercê de meus adversários, pois contra mim se levantaram testemunhas falsas, mas volta-se contra eles a sua iniquidade” (Sl 26,12).

Na introdução, o Santo Padre dirigiu seu pensamento aos inocentes perseguidos: “Nestes dias de Quaresma, vimos a perseguição que Jesus sofreu e como os doutores da Lei se acirraram contra Ele: foi julgado sob acirramento, com acirramento, sendo inocente. Gostaria de rezar, hoje, por todas as pessoas que sofrem uma sentença injusta por acirramento”.

Na homilia, o Papa comentou as leituras do dia, extraídas do Livro do profeta Isaías (Is 49,1-6), o segundo canto do Servo do Senhor, e o Evangelho de João (Jo 13,21-33.36-38) que fala da traição de Judas e da renegação de Pedro. “Peçamos a graça de perseverar no serviço, apesar das nossas quedas”, rogou.

Íntegra da homilia

“A profecia de Isaías que ouvimos é uma profecia sobre o Messias, sobre o Redentor, mas também uma profecia sobre o povo de Israel, sobre o povo de Deus: podemos dizer que pode ser uma profecia sobre cada um de nós. Substancialmente, a profecia ressalta que o Senhor elegeu o seu servo desde o seio materno: diz isso duas vezes. Desde o início o seu servo foi eleito, desde o nascimento ou antes do nascimento. O povo de Deus foi eleito antes do nascimento: também cada um de nós. Nenhum de nós caiu no mundo por casualidade, por acaso. Cada um de nós tem um destino, tem um destino livre, o destino da eleição de Deus. Eu nasço com o destino de ser filho de Deus, de ser servo de Deus, com a missão de servir, de construir, de edificar. E isso, desde o seio materno.

O servo de Javé, Jesus, serviu até à morte: parecia uma derrota, mas era o modo de servir. E isso ressalta o modo de servir que nós devemos assumir em nossa vida. Servir é dar-se, dar-se aos outros. Para cada um de nós, servir é não pretender nenhum benefício que não seja o servir. É a glória, servir; e a glória de Cristo é servir até aniquilar-se a si mesmo, até à morte, morte de Cruz. Jesus é o servo de Israel. O povo de Deus é servo, e quando o povo de Deus se distancia desta atitude de servir é um povo apóstata: distancia-se da vocação que Deus lhe deu. E quando cada um de nós se distancia desta vocação de servir, se distancia do amor de Deus. E edifica a sua vida sobre outros amores, muitas vezes idolátricos.

O Senhor nos elegeu desde o seio materno. Há quedas, na vida: cada um de nós é pecador e pode cair e caiu. Somente Nossa Senhora e Jesus: todos os outros caímos, somos pecadores. Mas o que importa é a atitude diante de Deus que me elegeu, que me ungiu como servo; é a atitude de um pecador que é capaz de pedir perdão, como Pedro, que jura que “não, jamais te renegarei, Senhor, jamais, jamais, jamais!”, depois quando o galo canta, chora. Arrepende-se. Este é o caminho do servo: quando escorrega, quando cai, pedir perdão.

Ao invés, quando o servo não é capaz de entender que caiu, quando a paixão o arrebata de tal modo que o leva à idolatria, abre o coração a satanás, entra na noite: foi o que aconteceu com Judas.

Pensemos hoje em Jesus, o servo, fiel no serviço. Sua vocação é servir, até à morte e morte de Cruz. Pensemos em cada um de nós, parte do povo de Deus: somos servos, nossa vocação é para servir, não para se aproveitar do nosso lugar na Igreja. Servir. Sempre em serviço. Peçamos a graça de perseverar no serviço. Por vezes com escorregões, quedas, mas ao menos a graça de chorar como Pedro chorou”.

Adoração e Bênção Eucarística

O Santo Padre terminou a celebração com a adoração e a bênção eucarística, convidando os fiéis a fazerem a Comunhão espiritual. A oração recitada pelo Papa:

“Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós!”.

Antes de deixar a Capela dedicada ao Espírito Santo foi entoada uma antiga antífona mariana Ave Regina Caelorum (“Ave Rainha dos Céus”): “Ave, Rainha do céu; ave, dos anjos Senhora; ave, raiz, ave, porta; da luz do mundo és aurora. Exulta, ó Virgem gloriosa, as outras seguem-te após; nós te saudamos: adeus! E pede a Cristo por nós!”.

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Resgatar a Igreja doméstica na Semana Santa, pede Dom Jaime

Primeiro vice-presidente da CNBB gravou um vídeo convocando os fiéis a resgatarem um pouco daquilo que tanto marcou a história do cristianismo: a Igreja doméstica

De quinta-feira, 9 de abril, até o próximo domingo, 12, a Igreja Católica dá início às celebrações do tríduo pascal, que marca os últimos dias vividos por Cristo antes de sua paixão, morte e ressurreição. A data da Páscoa não pode ser transferida e um decreto publicado pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos do Vaticano determina que as celebrações sejam realizadas nas catedrais ou Igrejas matrizes, porém, sem a presença dos fiéis. 

O documento orienta que as celebrações sejam transmitidas ao vivo pelos meios tradicionais de comunicação ou pelas redes sociais para que os fiéis, em suas casas, possam se unir em oração para celebrar a grande festa. O arcebispo de Porto Alegre (RS) e primeiro vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) gravou um vídeo convocando os fiéis a resgatarem um pouco daquilo que tanto marcou a história do cristianismo, a Igreja doméstica, em casa.

“Ali uma pequena comunidade seguindo uma celebração através das mídias sociais, juntos formando uma grande corrente, celebramos os grandes mistérios ou o grande mistério da redenção humana. Meu irmão, minha irmã, vamos buscar viver juntos de forma intensa cada uma dessas celebrações belíssimas da nossa fé, que marcam a nossa fé cristã e católica”, destaca.

De acordo com dom Jaime, a orientação da CNBB é que cada comunidade cristã desse Brasil celebre esses dias da Semana Santa de acordo com as características de sua região. “Nosso Brasil é muito diferente. São indicações que devem ser adaptadas a cada contexto no nosso país”, ressalta.

Clique no link abaixo e assista a mensa de Dom Jaime:

https://www.youtube.com/watch?time_continue=2&v=nze-dRroTcs&feature=emb_logo

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